21 de setembro de 2018

O homeschooling nos tempos do Fundamental II

Nossa, faz tempo que não venho aqui! Desde já, perdão aos leitores que têm aparecido e que às vezes ficam sem uma resposta específica nos comentários: realmente não tem como eu administrar o blog nesse momento da minha vida. Mas hoje estava pensando sobre o novo momento que estou vivendo no homeschooling e me deu vontade de vir compartilhar aqui. Porque sei que outras mães podem ter a mesma dúvida que eu tinha quando meus filhos eram menores e eu dominava todos os assuntos (ou quase!) sobre os quais a gente se debruçava no ensino domiciliar. Eu pensava: e quando eles crescerem? Quando entrarem na idade do Fundamental II, com todas aquelas fórmulas matemáticas que eu não lembro mais? Será que vou dar conta? Será que a escola não vai começar a fazer falta de fato? (ao me referir à adolescência usarei o sujeito "ele" porque estou escrevendo pensando em meu filho, mas tudo vale para as meninas também).


Meu filho mais velho está com 11 anos. A cabeça já é a de um adolescente (porque hoje eles adolescem mais cedo mesmo). Em casa sou a professora de piano, orientadora religiosa e a tutora em inglês. Faço consultoria em Conhecimento de Mundo e Vida Prática (ou seja, boto eles para fazerem sua parte nas tarefas domésticas, hehehe). Raramente meu filho mais velho precisa do meu apoio pedagógico em trabalhos de história, matemática, português ou qualquer outra disciplina (exceto Arte, em que eu me entrometo porque sou chata mesmo). Ele não precisa mais de mim porque aprendeu a aprender e a gostar de aprender. Sabe pesquisar, sabe organizar esse trabalho de pesquisa, sabe se expressar e desenvolveu seus próprios métodos e formas para fazer isso. Estuda com autonomia, e essa é a palavra chave que eu tanto persegui, e que agora está dando os melhores resultados. 

Gosto muito de como Maria Montessori elaborou os planos de desenvolvimento da aprendizagem. E essa fase, que está mais ou menos entre os 12 e os 18 anos, é mencionada por ela como um tipo de novo nascimento. Nada poderia ser mais descritivo. Aquele filho que simplesmente fazia tudo o que você queria, do jeito que você ensinava, pelo prazer de lhe satisfazer não existe mais. Agora ele não é mais apenas seu filho (que certamente ainda sentirá prazer em lhe fazer feliz se vocês viverem uma relação saudável), mas uma pessoa que não necessariamente é aquela pessoa que você achava que conhecia, Isso às vezes pode ser assustador para os pais porque vai exigir humildade para aprender a lidar cada vez mais com um indivíduo, ao invés de apenas um membro da família. De um dia para o outro eles querem ser independentes e se esforçam muito nesse sentido. Esse indivíduo começará a sentir necessidade de uma vida social que nem sempre estará em interseção com a vida social familiar. Começam a surgir interesses que não têm nada a ver com o que interessa aos pais ou com o que eles ensinaram, mesmo que seja só por curiosidade. Começam a se consolidar opiniões, modos próprios de entender e interagir com o mundo. Começam a chover argumentos e questionamentos. E isso é muito bom. Depois que passa o primeiro choque de que aquela criaturinha não é exatamente sua cópia fiel nem precisa mais de seu auxílio constante, você começa a enxergar que ela pode ser muito melhor que você.

Nascimentos podem ser dolorosos, e quase sempre o são. Para quem está nascendo e para quem está parindo. No caso do adolescente, ele é os dois! De dentro de um ser moldado conforme a imagem e semelhança de seus cuidadores nasce alguém com uma enorme ânsia de conhecer a si mesmo e o seu lugar no mundo. Mas a ânsia pela independência não mitiga o desejo de colo e acolhimento. Assim como o bebê de dois anos teve que aprender a falar, o adolescente vai ter que encontrar uma nova maneira de comunicar sentimentos, ideias e pensamentos que o invadem poderosamente. Talvez ele não saiba, mas ainda precisa de você para isso. Nas entrelinhas de seu discurso há um pedido: "Ajuda-me a pensar contigo!". Ele quer entender o outro, ainda que só demonstre isso desafiando-o. Ele não quer mais saber como fazer, ele quer saber o porquê fazer. Tenha paciência e honestidade ao explicar. Você pode ajudá-lo a redescobrir a ternura, o equilíbrio e a razão no ato de comunicar-se quando os ruídos do desenvolvimento estiverem fortes demais. Há momentos em que a impressão é que tudo dentro dele é violento. Como verter brisa sendo furacão?

A liberdade ainda é uma tônica, mas agora já não basta o ambiente preparado e controlado pelo adulto.  Agora o mundo é seu laboratório e ele vai querer explorar até aquilo que lhe causa medo ou que pode ser um perigo. Tudo que desafia convida a provar a si mesmo, ajuda a construir uma identidade. Ser mãe nesse momento é uma prova muitas vezes difícil demais porque, ao contrário de quanto ele tinha oito anos, talvez agora não queira mais você como companheira (e mentora) de aventuras. Mas ainda quer aventurar-se e agora seu papel de protegê-lo vai ficando cada vez mais platônico. Seu coração diz que ele ainda não sabe se virar, não sabe tudo de ruim que lhe pode acontecer, não sabe da maldade do mundo nem tem como lidar com ela sem se machucar. Mas sua razão insiste: esteja ao alcance dos olhos e braços dele, mas deixe que aprenda longe de você também. Ser mãe de adolescente é curar-se um pouco de si mesma.

E como isso reflete do Ensino Domiciliar?

Feita essa introdução emotiva (chuinf, chuinf), que aspectos do ensino domiciliar mudaram para mim nessa nova fase?

- Primeiro, pode ser difícil para pais e mães que estavam acostumados a ditar um certo ritmo de estudos que era, até então, muito bem aceito, de repente terem que "colocar o pé no freio" porque o estudante se queixa muito de cansaço e falta de vontade de estudar. A primeira impressão é que é má vontade, preguiça, falta de interesse. De repente você lembra daquela criança "birrenta" dos dois anos, que explodia a qualquer sinal de frustração ou contrariedade. Mas não se apresse em julgar. Procure ler um pouco sobre desenvolvimento físico e psíquico nessa idade e entenderá que ele não está mentindo: na fase de 6 aos 12 anos o interesse no trabalho mental é muito maior que na fase que se segue, pois nesta última o desenvolvimento do corpo exige muito mais energia. Se você já esqueceu como foi com você, essa fase pode mesmo ser estranha. Num dia você acorda se sentindo cheio de energia e motivado para ser o melhor de todos os seres, no outro dia nem tem vontade de levantar da cama. Talvez o cansaço desse adolescente não seja menor que o seu afinal. Descobrir-se um sujeito em mutação num mundo extremamente incoerente e injusto pode ser avassalador (eu ainda lembro bem dessa sensação). Talvez você tenha que se demorar mais nas lembranças de quando ele tinha apenas dois anos e você inventava mil maneiras lúdicas de ensinar, e se esforçava para que o aprendizado o encantasse. Lembrar-se de como aprendeu a lhe dar liberdade para explorar o ambiente, seus assuntos preferidos. A diferença é que agora ele precisa de liberdade para explorar a si mesmo, usar a própria ludicidade, mergulhar no próprio encantamento, redescobrir o prazer de aprender por si mesmo. Precisa de liberdade para pensar, para descansar, para se fortalecer e fortalecer a própria inteligência que há de ser refinada em breve. Nunca, desde o ventre, ele precisou de tanta energia para o corpo em formação. Às vezes pode ser que ele precise que seu abraço seja um ventre de novo. Pode ser que precise disso muitas e muitas vezes, muito mais do que consiga lhe dizer. E quando ele disser isso de maneira não muito gentil, escute o coração dele por trás de suas palavras. Os mesmos ouvidos que se deleitaram em ouvir "Mamã" pela primeira vez vão ter que aprender a ouvir mais e mais com o coração. 

- Um risco constante para os pais educadores nesse período é não levarem seu filho ou filha a sério. Embora seja comum começar a cobrar mais responsabilidade, no momento em que o adolescente se posiciona com uma ideia, opinião ou vontade diferente tende a ser tratado como uma criança incapaz. Então riem dele, desconsideram suas angústias como se fosse uma "birra" (de novo essa falácia!), suas vontades como se fossem "caprichos". Ignoram sua ousadia e abafam sua criatividade. Se você se sentir movido a agir assim, pare um pouco e olhe para seu filho ou filha como um ser humano. Faça o exercício de tratá-lo como trataria um amigo ou familiar a que você respeita muito, alguém que você atribui especial importância e valor. Faça isso muitas vezes até conseguir enxergar assim sem fazer esforço.
O fato de ensinar adolescentes há cinco anos me ajudou muito a entender que, nessa fase, ser olhado com desprezo ou como se fosse uma criança incapaz pode ser mortificante (e já é mortificante para a criança ser olhada como incapaz). Há alguns que se revoltam, e atraem repressão ainda mais forte sobre si. Mas o mais triste é quando eles se calam e se apagam, e você não vê mais a vida em seus olhos. Eu já tive turmas muito desafiadoras, que me obrigavam a defender todos os meus pontos de vista e argumentar detalhadamente a favor de minhas propostas. Isso às vezes me aborrecia muito porque parecia um tipo de "teste de paciência" que eles faziam comigo. Mas quando enfim eu conquistava sua confiança tinha aliados fieis, que se esforçavam ao máximo e me surpreendiam com resultados comoventes. Se o ser humano tivesse asas, a adolescência seria a hora de aprender a voar (o que só aconteceria se os pais acreditassem nas asas de seus filhos).

- Com relação à prática do estudo, tudo fica bem fácil. Sim! Sabe aquele medo de não dar conta de cuidar de todos os conteúdos a serem estudados? Descobri que existem estratégias bem simples para lidar com isso. A primeira é o próprio adolescente, que se foi devidamente instruído, já tem autonomia para fazer esse controle de conteúdos, administração de tempo e recursos sem que você tenha que monitorar de forma tão direta. Ele também pode perfeitamente autoavaliar-se, se tiver um controle de erro eficiente.
A segunda estratégia é pedir ajuda a tutores. Podem ser amigos e familiares especializados, mas hoje também existem vários serviços de tutoria de profissionais que pode ser pagos por hora aula, então o estudante pode tranquilamente fazer sua pesquisa e listar apenas as dúvidas para levar ao especialista em aulas específicas para isso. Acredite, dá super certo! E eles gostam muito de gerir seu próprio tempo e responsabilidades. Não imponha horários ou conteúdos rigorosos. Permita sempre um "plano B" para os dias em que for necessário uma pausa com a programação. E discuta com ele a necessidade de estudar certos conteúdos que você acham (ou não) importantes, ou usar certas metodologias, sempre com argumentos sólidos. Façam o planejamento juntos, a princípio, e vá treinando-o para que ele consiga fazer seu próprio planejamento sozinho.

- Não deixe que se perca a melhor vantagem de fazer homeschooling: a liberdade! Se você tem filho nessa idade na escola, certamente vai ouvir em algum momento: "Eu não sei porque tenho que assistir aula! Tudo que aprendo é lendo sozinho!". Isso depende muito da forma como a pessoa aprende. Eu, por exemplo, também pensei assim toda a minha vida escolar. Aprendi muito pouco com as aulas expositivas dos meus professores, por mais que eles se esforçassem. Há pessoas que têm uma forma mais auditiva de aprender, e podem se beneficiar mais desse tipo de aula. Mas a verdade é que a maioria das escolas hoje não está preparada para lidar com a autonomia e individualidade dos alunos. Não está aberta a sofrer críticas e sugestões de seus estudantes (quando muito, dos pais), e alguns professores ainda consideram ser questionado um insulto. A tensão que costuma haver entre alunos e professores nas salas do Fundamental II é algo opressor. E há pouco ou nenhum afeto nas relações, já que agora não é mais uma única pedagoga que passa todo o tempo com a mesma turma. Vários professores se revezam rápido o suficiente para que não haja condições de firmar nenhum vínculo emocional positivo mais forte. Com exceção de modelos ainda bem pouco acessíveis financeiramente, como os das escolas montessorianas, a Escola da Ponte e outras que têm se inspirado nesses modelos, a escola está muito equivocada em relação ao desenvolvimento na adolescência.
Embora o adolescente sofra grandes mudanças em sua forma de perceber o mundo, a escola não faz nenhum tipo de mudança estrutural ou pedagógica específica para esse período. A partição do conhecimento em várias disciplinas só torna o aprendizado mais maçante, porque a dinâmica deste (se é que se pode falar em algo que sugira movimento) é a mesma do primeiro ano do ensino fundamental. Nenhuma autonomia, nenhuma liberdade de escolha, nenhum respeito aos ritmos e inteligências específicas, nenhum ambiente pensado especialmente para suas necessidades. 
Portanto, acredite, se você tem filho com essa idade na escola, não haverá momento algum em que ele esteja tão disposto ao ensino domiciliar como agora! Você terá nele seu mais forte aliado!

 - Outro impacto é que você terá que lidar muito mais com o pensamento crítico. Será desafiador fazer isso sem cercear esse pensamento. É muito fácil - e a escola faz isso o tempo todo - transformar adolescentes críticos em pessoas incapazes de pensar por si mesmas. Depois de fazer milhares de vezes exercícios pedindo para escrever a resposta certa, e buscar essa resposta numa memória sem qualquer significado prático, o estudante pode se convencer de que o que ele sente, pensa ou precisa a respeito das coisas não é importante. Pelo menos não ali, na escola, onde o importante é tirar a nota máxima para ser aprovado. A pior coisa que pais educadores podem fazer é transferir essa forma de agir para dentro de suas casas. Incentive e eduque o pensamento crítico. Há muitas maneiras de fazer isso, tanto no ensino Clássico como nas pedagogias mais modernas. Escolha o que melhor se adequa à filosofia familiar. Pode ser que você mesmo tenha que estudar sobre isso e descubra novas possibilidades de compreender e interagir com o mundo. Assim como teu bebê de dois anos te ensinou a olhar de novo para as pequenas coisas da vida, teu filho de doze anos pode fazer o mesmo num nível ainda mais profundo. 

- Desde quando meus filhos nasceram até dez anos depois, eu comprei mais livros do que em toda a minha vida anterior. Em certo momento eles começaram a usar a internet como fonte de conhecimento também (mas não abrirei mão dos livros físicos jamais, hehehe). E tomando as devidas medidas de segurança, essa pode ser mais uma boa fonte de ajuda no ensino domiciliar. Procurar por bons cursos online pode ser prático e econômico. Aqui tivemos que tirá-los do curso de inglês numa escola tradicional porque a empresa se mudou de perto da minha casa para um local muito distante. Eu procurei por um curso online só para que eles não perdesse o resto do ano sem contato com a língua. E me surpreendi com a qualidade que encontrei, que atendia justamente ao que eles mais precisam no momento (desenvolver o speaking e o writting). Eu apenas acompanho o andamento dos exercícios, analiso as gravações dele falando de vez em quando, me certifico que está progredindo e tirando as dúvidas com o professor, e complemento comprando livros paradidáticos (com áudio e exercícios de interpretação de texto) específicos para a idade deles. Olha, nunca estive tão feliz com o estudo de inglês (e eles entraram no curso de inglês no Tots).  Melhor que isso só um professor particular nativo. Há outros tipos de cursos cuja versão online também pode ser bastante satisfatória (e prática para a logística familiar).

- Dê especial apoio aos hobbies e assuntos preferidos do adolescente. Não trate o conteúdo acadêmico como a coisa mais importante do universo. O adolescente precisa sentir estima por si mesmo, e encontrará isso descobrindo as coisas que faz bem. Além disso, dedicar-se a um assunto em especial pode ser uma ótima oportunidade de socialização - o que é um grande entrave dessa fase. Conhecer e conversar pessoas que partilham dos mesmos interesses comuns é uma fonte de prazer e uma grande escola de interação social para pessoas nessa idade. Sobre esportes: não se trata mais apenas de incentivar o desenvolvimento físico, mas mental tb. A energia mental desse período pode se tornar destrutiva se não for canalizada para algo produtivo e satisfatório. Exercício físico sempre foi importante, agora é vital!

- Até pouco tempo ele mostrava prazer em obedecer. Agora seu prazer está em seguir. Não basta mais haver regras, é preciso haver modelos. E esse plural não abarca só o pai e a mãe. O adolescente vai procurar modelos entre os pares de sua idade, e em alguns momentos estes vão ser uma influência mais forte que a família. Não se trata apenas de seguir o conselho da vovó que dizia: "Cuidado com as companhias!". A escolha desses modelos vai, em alguns momentos, ser feita à revelia de sua vontade. Se você acha que tem algo errado, não tente simplesmente impedir: converse, e se for o caso, argumente sobre que tipo de problemas você vê com o modelo que ele escolheu. Esteja preparado para ser questionado também, mas dê um tempo para que seus argumentos sejam processados. Mais do que nunca, seja coerente com suas palavras e ações. Mais do que nunca, mostre como é viver com ética. Por mais que seus filhos encontrem vários modelos no mundo, você será sempre uma referência primária para a qual ele poderá voltar e atracar se sentir que você é um porto seguro.

- Mesmo que você comece a delegar aspectos da educação do seu filho, não deixe de continuar estudando métodos e técnicas pois você poderá sempre reforçar alguns conteúdos por outros caminhos. Agora mesmo está uma polêmica danada em torno da BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Tem professores reclamando, tem pais reclamando, teu eu reclamando, que também tenho várias críticas ao documento e as fiz por escrito e enviei ao órgão responsável pela consulta pública. Mas mesmo defeituosa, enquanto eu a lia, aprendi muitas coisas interessantes. Se você deixar o preconceito de lado, só um pouquinho, pode descobrir coisas boas em lugares impensáveis. Por exemplo, me surpreendi aprendendo novas estratégias com as "Habilidades" mencionadas em algumas disciplinas, e refletindo sobre a amplitude de alguns conteúdos, chamados no documento de "objetos de conhecimento". Se você ler tudo e não achar nada que te acrescente, não foi tempo perdido: agora você está habilitado para fazer uma crítica bem fundamentada à BNCC. Tenho visto algumas famílias fazendo escolhas pedagógicas levando em conta apenas questões religiosas, filosóficas ou políticas. Mas acho que é saudável seguirmos o conselho do apóstolo: "Examinai tudo. Retende o que for bom" (I Tessalonicenses 5:21). Aliás, pais que demonstram isso aos seus filhos adolescentes, escolhem uma forma maravilhosa de ensiná-los a usar essa prática como maneira de consolidar a  fé e o conhecimento. Saber fazer as melhores escolhas envolve  aprender a conhecer (e conviver com ) as diferenças.

- Recomendo fortemente que você assista aos VÍDEOS que o Gabriel Salomão, do Lar Montessori, publicou em sua página no Facebook dia 29 e 30 de agosto de 2018. Foi seu curso de introdução ao método Montessori com enfoque na educação escolar do adolescente. Extremamente inspirador.Cheio de estratégias práticas para lidar com as necessidades específicas dessa fase.

Se você também quiser compartilhar comigo suas experiências e aprendizados com o ensino domiciliar de filhos nessa faixa etária, por favor, escreva nos comentários. Sou apenas uma principiante. Um grande abraço e que Deus nos abençoe :-)

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